Era jovem e no rosto, um marca o condenara. Uma pinta de nascença, enorme sujava seu rosto. No lugar, uma mascara de panqueique e base bege cobria o horrendo fato: virou personagem.
Um psicanalista, behaviorista e cretino, ensinou a criar mascaras para "lidar" a auto-imagem. Vício em análise e teoria de grupo: Preferia ter com mascarados, frágeis pintados de monstros.
Nesse baile veneziano Jorge conquistou, subiu na vida. A medicina, após anos, teve exito em limpar a mancha, mas ele nunca abandonou a mascara, "ó avatar do sucesso!". E, de praxe, recusava-se a reconhecer uma face limpa e sincera como um igual...
por Coronel Malaquias
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quarta-feira, 10 de abril de 2013
Baile de Mascaras
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sábado, 16 de junho de 2012
Casa de swing? Sexo? Bebida?
"Sempre fui um frequentador assíduo de casas de swing. Falo pra minha mulher que jogo bola nos sábados à tarde, mas sempre vou a uma swingueira perto da minha casa pra fugir da rotina. No próximo dia 23 de junho, abrirei uma exceção, vou ao bar do Amigo Leal prestigiar o lançamento do livro 'As melhores histórias do Corrosivo Coletivo'". (Deoclécio Campanário, 45 anos, empresário e swinger)
"Tô meio depressiva. Sinto que no próximo sábado, 23 de junho, meu flat ficará às moscas. Meus clientes, que gostam de coisas sujas, sexo selvagem e fantasias escatológicas certamente estarão presentes no lançamento do livro 'As melhores histórias do Corrosivo Coletivo'". (Priscila Boca de Veludo, 26 anos, modelo e atriz)
"Sou um homem religioso, digno, respeitoso. Mas no fundo, no fundo, gosto do submundo, de swing, de sangue, de cachaça, vez ou outra até bato um tambor. Quando quero encontrar regozijo, leio as histórias do Corrosivo Coletivo, por isso, certamente estarei na festa de lançamento". (Adamastor Sereno, 53 anos, bispo e administrador de empresas)
"Tô meio depressiva. Sinto que no próximo sábado, 23 de junho, meu flat ficará às moscas. Meus clientes, que gostam de coisas sujas, sexo selvagem e fantasias escatológicas certamente estarão presentes no lançamento do livro 'As melhores histórias do Corrosivo Coletivo'". (Priscila Boca de Veludo, 26 anos, modelo e atriz)
"Sou um homem religioso, digno, respeitoso. Mas no fundo, no fundo, gosto do submundo, de swing, de sangue, de cachaça, vez ou outra até bato um tambor. Quando quero encontrar regozijo, leio as histórias do Corrosivo Coletivo, por isso, certamente estarei na festa de lançamento". (Adamastor Sereno, 53 anos, bispo e administrador de empresas)
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